Série Vencendo os Inimigos da Alma // VENCENDO A ANSIEDADE Fp. 4. 6-9


A ansiedade é uma emoção normal do ser humano, comum ao se enfrentar algum problema no trabalho, antes de uma prova ou diante de decisões difíceis do dia a dia. No entanto, a ansiedade excessiva pode se tornar uma doença, ou melhor, um distúrbio de ansiedade.

 Pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade sentem uma preocupação e medo extremos em situações simples da rotina, além de alguns sintomas físicos, o que atrapalha suas atividades cotidianas, já que eles são difíceis de controlar.

 Sintomas da Ansiedade:

 Sintomas psicológicos da ansiedade

* Constante tensão ou nervosismo

* Sensação de que algo ruim vai acontecer

* Problemas de concentração

* Medo constante

* Descontrole sobre os pensamentos, principalmente dificuldade em esquecer o objeto de tensão

* Preocupação exagerada em comparação com a realidade

* Problemas para dormir

* Irritabilidade

* Agitação dos braços e pernas.

 Sintomas físicos da ansiedade

Dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração

Respiração ofegante ou falta de ar

Aumento do suor

Tremores nas mãos ou outras partes do corpo

Sensação de fraqueza ou cansaço

Boca seca

Mãos e pés frios ou suados

Náusea

Tensão muscular

Dor de barriga ou diarreia.

Um estudo, que ficou conhecido como Kendell, mostrou que diagnóstico de depressão passa para a ansiedade em 2% dos casos, enquanto os casos de ansiedade se tornam depressão em 24%. Então fica claro a ligação de uma com a outra.

Uma explicação para isso é que os pensamentos negativos que o ansioso têm sobre si mesmo podem ser gatilhos para a depressão.

Além disso, grande parte das pessoas com transtornos de ansiedade evitam as situações que podem desencadear sintomas e, com isso, passam a viver de forma muito restrita, como não sair de casa sozinho, não participar de encontros e outros eventos sociais, ficar preocupado com tudo e acabar não fazendo nada, e por aí vai. Quanto mais a ansiedade abala a vida de uma pessoa, maior a chance de ela ficar deprimida

 E nossa fé, onde entra nesse processo?

Será possível viver uma vida sem ansiedade nos dias de hoje? Não só é possível, mas é uma ordenança. Há quem diga que a ansiedade já passou a depressão como a maior enfermidade do momento, o mal do século XXI. Mas como percebemos, não é algo novo, Paulo está falando dela há pelo menos 2 mil anos.

Parece que desde que nos separamos de Deus no Éden, a ansiedade está nos acompanhando. Ela surge logo após o homem pecar. Porque agora, separado de Deus, o homem sente emoções que ele não estava preparado para sentir, vivendo fora do local que foi preparado para vivermos.

A verdade é que a fonte de nossa ansiedade é nossa desconexão com Deus. Sem esse relacionamento íntimo, fica apenas os medos e as incertezas.

Alguém disse que depressão é excesso de passado e ansiedade é excesso de futuro.

Ansiedade é improdutiva - Preocupação não produz nada, não muda nada. É como movimentar-se sem sair do lugar, acelerar o motor do carro no ponto morto.

Ansiedade irracional -  Não altera nada, não muda nenhum situação, serve apenas para tornar meu presente miserável. Tira a gente do prumo, amplifica os problemas, cria monstros.

Ansiedade é venenosa - deixa-nos amargos, com dificuldade de relacionamento, nos leva ao isolamento.

Ela faz mal, porque nos leva a precipitações. Ela cobra preços altos na vida das pessoas.

 * Ela cobra preço de adolescentes, estudante que não consegue aprender;

* Ela cobra preço do trabalhador que não consegue se concentrar em seu trabalho, sofre acidentes, perde a mão, de um motorista que erra e bate;

* Ela cobra preço do atleta que por estar ansioso erra;

* Ela cobra o preço de quem se precipita em negócios errados e tem prejuízos financeiros

* Ela cobra preço de quem, ao precipitar-se, escolhe errado um namorado, um marido...

Nada na criação tem ansiedade, só o homem. Ela nos torna infelizes e doentes. Mas nós nascemos ansiosos. Nós aprendemos e fomos treinados para ser ansiosos.

 O Antídoto da Ansiedade

 1. Tenha Jesus como seu pastor - Sl. 23

Eu sei que Ele é meu Pastor. Eu sei que eu nada terei falta de nada! Um pastor tem como obrigação cuidar de suas ovelhas.

Ele provê alimento, abrigo, proteção, correção, direção para suas ovelhas

A nossa ansiedade é um depoimento nosso que não vemos como nosso Pastor!

 2. Ore - Fp. 4. 6-7

Muitos cristãos ainda não entenderam os benefícios da oração. a ansiedade não produz nada, mas a oração produz muita coisa. Diante das situações temos duas opções, entrar em pânico ou entrar em oração. Fale sobre tudo com o Senhor, sobre qualquer problema, sobre qualquer angustia, sobre qualquer desafio. Descarregue sobre Deus todas as suas causas. Essa é a maior terapia que possamos passar.

 3. Desintoxique sua mente - Fp. 4. 8

Boa parte de nossa ansiedade vem de ocupar nossa mente com coisas terríveis. Estamos vivendo um tempo de overdose de más notícias, de coisas destrutivas, sujas. Nossas emoções são resultados visíveis de nossos pensamentos!

 4. Não seja um teórico da fé - Fp. 4. 9

A grande maioria dos crentes hoje são bons teóricos, mas não vivem, no seu dia a dia, a sua fé. Não praticam aquilo que ouvem domingo após domingo.

 O antídoto para ansiedade é uma escolha diária. Todos os dias escolher confiar, lutar contra o desejo de viver sozinho e resolver com suas próprias mãos. Todos os dias encher-se de Deus, da Sua Palavra, estar com Ele. Todos os dias viver aquilo que pregamos!

 


Série Vencendo os Inimigos da Alma // VENCENDO A AMARGURA Hb. 12. 14-15

A amargura é um sentimento provocado pela mágoa. Magoa guardada no coração é uma porta aberta para maldições, doenças, sofrimentos.

Amargura no grego é a palavra pikria, que dizer tornar amargo, irá, ódio, aspereza, descontentamento. No equivalente hebraico traz a ideia de algo pesado. Daí surge o conceito de amargura ser algo forte e pesado que fere até o mais profundo do nosso coração.

 Exemplos de gente amargurada na Bíblia:

 Rt. 1.20 | A amargura provocada pelas dores da vida

"Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso."

 1Sm. 1.10 | A amargura provocado por limitações na vida.

"levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente"

 Pv. 17.25 | Decepções dentro da família, com filhos, cônjuges, etc.

"O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz."

 At. 8. 22-23 | a amargura provocado pela inveja, pelo desejo do que não é nosso.

"Arrepende-te, pois, da tua maldade e roga ao Senhor; talvez te seja perdoado o intento do coração; pois vejo que estás em fel de amargura e laço de iniqüidade."

 Fontes de amargura:

 *  ofensas

*  Agressões

*  Injúrias

*  Sofrimentos

*  Prejuízos

*  Perdas

*  Decepções

*  Qualquer tipo de mal ou experiências negativas que uma pessoa tenha sido vítima ao longo da vida.

 Amargura é um pecado. E o pior, um pecado fácil de se justificar. Temos argumentos sólidos para mostrar o porque estamos assim. Contamos nossas histórias na tentativa de justificar nosso pecado.

 Há um círculo mortal nesse processo:

 AMARGURA --> RESSENTIMENTO --> ÓDIO --> VINGANÇA (mesmo que a vingança não se concretize, ela "acontece" na mente e assim vou enchendo meu corpo de ódio.

Um sinal de mágoa é não poder ver uma pessoa sem sentir dor. Ou lembrar de fatos, sem e pareça que eles tenham ocorrido naquela hora. A mesma intensidade, a mesma dor, o mesmo sofrimento.

 Consequências da amargura

 *  Comparada a um veneno (Hb. 12.15)

 *  Apresentada como uma raiz. Algo que é fonte de outros males. A Bíblia chama de raiz, que vai se alastrando em nosso corpo.

 *  Contamina toda a pessoa (fala, atitudes, visão de futuro, etc) e aqueles que o cercam.

 *  Pode causar enfermidades físicas como câncer, úlceras, gastrites, problemas neurológicos de todo tipo, pressão alta, herpes, feridas, manchas pelo corpo. 70% dos enfermos não estariam doentes se soubessem lidar com seus sentimentos de culpa é magoa dentro deles.

 *  Constrói paredes de isolamento.

 Como ser curado da mágoa?

 Entenda isso: Hb. diz esforcem-se! Ou seja, algo que dá trabalho. O mais comum é viver mal.

 "Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou." Ef. 4. 31-32

 Quem é responsável por tirar isso de dentro de mim?  Eu mesmo!

 Como? Sendo bondoso e demonstrando compaixão.

Mas é claro, que precisamos também de ajuda. Tentamos curar a amargura só cuidando das aparências, do exterior, negando o sentimento é esquecendo que amargura é uma raiz. Só se cura amargura indo à raiz. Não basta arrancar folhas para tirar uma planta, você precisa ir as raízes. E, para isso, às vezes é necessário usar veneno, algum tipo de produto que paralise as raízes. Esse produto, para nosso interior, para combater as raízes de amargura é o sangue de Jesus.

 A ação desse sangue em nós nos traz algumas revelações importantes e algumas atitudes necessárias:

 * Somos filhos de Deus. Ele nos ama, Ele é nosso Pai. É esse amor pode curar o mais duro dos corações.

 * Entender que os valores do reino são diferentes da sociedade. No mundo aprenderemos a odiar, a abandonar quem nos feriu, chama de bobo quem perdoa. No Reino, somos convidados a amar até que nos odeia. O mundo não pode ser imitado por nós, seus valores estão afundando pessoas, levando ao suicídio, destruindo emoções.

 *  Reconhecer que a amargura é pecado, e assim como todo pecado, não buscar justificativa pra ele. Ela é pecado porque nos destrói. Precisamos assumir que pecamos, confessar e sermos curados.

 *  Perdoar o ofensor como Deus nos perdoou. Procurar pessoas, abraçar, orar por elas, desabafar sobre nossas dores.

 Analisemos o texto de Mt. 18. 23

O senhor daquele servo teve compaixão, compaixão é abrir mão. Abra mão hoje, deixe ir, não se agarre, não se prenda, não guarde essas dores, essas lembranças, essas mágoas...

 Perdoar é deixar ir. Existem pessoas presas dentro de nós. Deixe-as partir.

O servo perdoado não faz o mesmo, ele não perdoa alguém que o deve. Mesmo tendo sido perdoado, ele não perdoa. O verso 30 diz que ele não quis. Se você não quiser, a mágoa vai permanecer, a dor vai ser real. Depende de você.

O verso 34 diz que ele foi entregue aos atormentadores. Quantas pessoas têm sido atormentadas por lembranças, atormentadas pelo passado, atormentadas pelas enfermidades causadas pela mágoa...

 


Série Vencendo os Inimigos da Alma // VENCENDO O MEDO 2Rs. 6. 8-17

O medo é uma emoção comum e necessária para a sobrevivência do ser humano, e tem a função de proteger, fazer parar, incentivar a ação, a escolha e a rápida tomada de decisão. Nenhuma pessoa é capaz de sobreviver sem seus medos, pois eles protegem o indivíduo de situações que representam perigo.

Porém, quando a pessoa sente um medo desproporcional à realidade, é preciso ficar atento. Em alguns casos, o medo é tão intenso que provoca ansiedade extrema e até ataques de pânico, impedindo que a pessoa mantenha sua rotina. Este tipo de medo está relacionado a problemas emocionais que precisam de tratamento.

O que é fobia?

 A fobia é um medo irracional e neurótico diante de uma situação ou objeto que não apresenta qualquer perigo. Pessoas fóbicas sentem tanto medo que evitam determinadas situações, pessoas e lugares para não se expor ao perigo. Quando expostos ao objeto causador da fobia, esses indivíduos apresentam uma série de sintomas físicos: falta de ar, taquicardia, tremedeira e ataques de pânico.

 Tipos de fobia

O número de fobias possíveis é quase infinito, mas o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria classifica 500 exemplos de fobias, que são divididas em cinco tipos:

Como surgem as fobias

 As fobias atingem cerca de 10% da população mundial, e qualquer pessoa pode ser acometida por uma em algum momento da vida. Pessoas que conviveram com familiares fóbicos em sua infância têm mais predisposição ao problema, e traumas relacionados ao objeto de perigo também podem desencadear uma fobia.

 A Inteligência Emocional entende que a maioria dos medos começa a ser desenvolvido ainda durante a fase gestacional, quando os sentimentos, pensamentos e emoções dos pais são transferidos para o bebê. Ou seja: muitos medos manifestados na idade adulta podem ter sido gerados ainda no útero materno ou na infância, e diversas experiências traumáticas ao longo da vida estão relacionadas a esses medos.

 Exemplos de fobia

 Acrofobia: medo de altura;

Agorafobia: medo de espaços abertos ou com multidões;

Aracnofobia: medo de aranhas;

Catastrofobia: medo de catástrofes e aspectos ambientais;

Claustrofobia: medo de lugares fechados;

Fobia social: medo de pessoas e da exposição;

Glossofobia: medo de falar em público;

Hematofobia: medo de sangue, injeções e feridas;

Monofobia: medo de ficar sozinho;

Nictofobia: medo da noite ou do escuro;

Tanatofobia: medo da morte;

Zoofobia: medo de animais.

 Até aqui, tratamos aspectos meramente emocionais, técnicos. Certamente um profissional faria uma exposição bem melhor que a que estou fazendo. Mas a partir daqui, quero pensar no aspecto espiritual.

 No mundo espiritual, há uma batalha terrível do inferno contra nossas vidas. O inimigo deseja parar-nos, e ele sabe que se conseguir no dominar pelo medo, poderá facilmente nos paralisar.

 Para isso ele tem suas estratégias:

 *  Conhecimento de nossa vulnerabilidades

 *  Intimidação

 Os nossos maiores erros nesse momento são:

*  Foco nas coisas erradas (o moço viu apenas os inimigos, não se permitindo ver o exército de Deus). O que ocupar minha mente e coração ao acordar dominará o meu dia.

*  Supervalorização do problema (Segundo Eliseu, mais eram os que estavam a favor do que os inimigos). Uma pesquisa mostra que 85% a 90% dos nossos medos, de nossas preocupações nunca se concretizam, e os 10% quando acontecem, não são tão dramáticos quanto imaginamos.

 *  A falta de visão/discernimento espiritual (Eliseu precisou orar pedindo que Deus abrisse os olhos espirituais do moço). A falta de discernimento espiritual faz com que caiamos nas ameaças do inimigo, não entendamos os propósitos de Deus e não confiemos em sua ação a nosso favor.

 Então quais os caminhos bíblicos para vencer o medo?

 Comece seu dia focado!

"De manhã, SENHOR, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando". Sl. 5.3

 O que ocupar tua mente e teu coração primeiro ao levantar-se, dominará seu dia.

 Ocupe o maior campo de batalhas de sua vida: a mente

"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento". Fp. 4.8

 revista-se da armadura de Deus

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos". Ef. 6.11-18

 Tenha cobertura espiritual.

 Um pastor, um intercessor, um discipulador. Veja o papel fundamental de Eliseu na vida desse moço nesse momento decisivo de sua vida. Em momentos de crise em sua vida, com quem você conta?

 Confie no cuidado de Deus

"Mas agora, assim diz o SENHOR, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o SENHOR, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti. Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti e os povos, pela tua vida. Não temas, pois, porque sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente e a ajuntarei desde o Ocidente." Is. 43.1-3


Série: Renovando a Paixão Estudo 3 – Como restaurar o primeiro amor?

Encerrando nossa série de Estudos nesta conferência de Carnaval, quero pensar com vocês sobre como restaurar o primeiro amor. Quais são os caminhos Bíblicos para que essa paixão volte a pulsar forte em nossos corações.

 Como restaurar o primeiro amor:

 1.      Lembrando de onde caímos.

Essa expressão e exortação fala-nos sobre uma atitude reflexiva, onde buscamos avaliar o estado de nossa alma. Onde avaliamos nossas atitudes, onde avaliamos nossas posturas.

 O problema de Davi foi, em momento algum ter feito uma avaliação do seu pecado. Se o profeta não o confronta, ele teria seguido a vida envolvido no pecado.

 Depois disso, Davi aprende. Agora quando ora diz ao Senhor: Vê se há em mim algum caminho mal. Ele está agora tão alerta que já não confia só na sua capacidade de avaliação, quer que o Espírito o sonde...

 2.      Arrependendo nos.

Arrependimento é o caminho bíblico da vida abundante. Nada relevante acontece na sua vida se antes não houver um processo de arrependimento. Sem arrependimento não há avivamento.

 E arrependimento não diz respeito só a reconhecer erros, mas fala sobretudo de mudar, de deixar tais erros e assumir uma nova postura.

 3.      Voltando as práticas das primeiras obras.

É normal ouvir pessoas dizendo: quando eu me converti eu orava todas as manhãs, lia a Bíblia todos os dias, subia montes, não perdia cultos, não perdia estudos da Palavra...

Pois é, quer voltar a vivenciar o primeiro amor? Volte a fazer todas essas coisas!


Série Renovando a Paixão Estudo 02 – O que me faz perder o primeiro amor?


Em primeiro lugar é importante ressaltar que perder o primeiro amor não é tão somente perder uma animação inicial. Não é somente não estar tão animado quanto estava no início, nos primeiros dias, meses ou anos de minha conversão. Segundo Jesus, deixar o primeiro amor é uma queda, ou seja, pecado, e precisa de arrependimento e concerto.

Quero então pensar no que pode me levar a essa queda. Quais aspectos seriam comuns na vida daqueles que estão deixando o primeiro amor, mesmo que nem sempre deixem a igreja, deixem de congregar. Sim, porque a afirmativa de Jesus é dirigida a uma igreja e uma igreja cheias de boas características! Talvez eu e você, com nosso olhar superficial, olharíamos a Igreja de Éfeso como uma igreja modelo.

Então, fica claro que essa percepção é mais difícil termos, pois não estamos falando de pecados escandalosos, que todos reconhecem, que todos apontam. Estamos falando para um padrão de vida, que aos olhos da maioria é bom, quem sabe exemplar, mas que aos olhos de Deus, que vê o interior, é reprovável e precisa de mudança urgente!

Então o que me faz perder o primeiro amor?

1.      Distanciar-me do lugar secreto

Na verdade, poderíamos pensar sobre esse tópico e encerrar o estudo. Tudo começa aqui. Ao nos distanciarmos da oração, da Palavra, da comunhão com Deus naturalmente vamos permitindo que o fogo se apague dentro de nós.

2.      Aproximar-me das coisas da carne

Como consequência do distanciamento do lugar secreto, vem a aproximação das coisas da carne. Não há meio termo, ou vou em direção as coisas do Espírito, ou em direção as coisas da carne!

3.      Permitir que minhas prioridades mudem

É na verdade um efeito em cadeia: eu me distancio do lugar secreto, me aproximo das coisas da carne e então, as coisas do Reino já não são tão urgentes, já não ocupam mais o mesmo lugar.

4.      Permitir que minha paixão esmoreça

E aí, podemos até continuar na igreja, mas com a atitude reprovável de Is. 29.13.


Série: Renovando a Paixão Estudo 1 – Mas enfim, o que é o primeiro amor?


O que não é o primeiro amor:

 1.      Algo ligado à ordem cronológica.

O que sentia quando me converte, no tempo da minha conversão, nos primeiros anos da minha conversão.

 2.      Um sentimento avassalador, porém, inconstante, com prazo de validade.

O famoso fogo de palha. Uma “paixonite” que dura alguns dias, meses, mas que acaba nas primeiras frustrações ou desafios.

 3.      Não é um estado de “nirvana”

Usei essa expressão própria do budismo, que significa “estado de libertação atingido pelo ser humano ao percorrer sua busca espiritual. O termo tem origem no sânscrito, podendo ser traduzido por "extinção" no sentido de “cessação do sofrimento”.

 Então, o que é o primeiro amor?

 1.      Entendimento intelectual de uma verdade.

João 3 mostra Jesus tendo que primeiramente explicar a Nicodemus, intelectualmente, o que era nascer de novo! Veja que Nicodemus teve dificuldades intelectuais de entender, a ponto de pensar que Jesus estava propondo uma volta ao ventre materno.

 2.      Uma revelação do Espírito de Deus ao nosso espírito

Romanos 8.16 nos mostra isso. Não é suficiente uma teoria intelectual, algo que fale a nossa mente, mas não chegue ao nosso coração. Para que o primeiro amor seja real, o Espírito Santo precisa comunicar-se com nosso espírito.

 3.      Uma mudança de atitudes, pensamentos, obras...

3.1              Para explicar a Nicodemus o que era o novo nascimento, Jesus usou a expressão grega METANOIA, que literalmente quer dizer “mudança de mente”, ou seja, uma forma diferente de ver a mesma coisa, um olhar diferente sobre as mesmas coisas.

3.2              Paulo fala de um discernimento somente possível pelo Espírito de Deus em ICO. 2. 14-15

3.3              Efésios 4.27-29 exorta à que tenhamos atitudes novas...

 4.      Uma nova ordem de prioridades

Mateus 6.33 mostra que o primeiro amor estabelece uma ordem nova de prioridades em nossas vidas. Quer saber se o primeiro amor é uma realidade em sua vida? Pare um pouquinho e pense em sua agenda.

 5.      Paixão

João 6.68 Pedro dá uma resposta de alguém apaixonado. Não um emocionalismo barato e passageiro, mas um sentimento inconfundível de que não há nada mais importante que a fonte de nossa paixão!


SÉRIE: TEMPO DE RECOMEÇAR | ESTUDO 03: RECOMECEI E AGORA?


Iniciamos essa série vendo os efeitos devastadores do pecado em nossa vida e, que por culpa dele, temos necessidade de experimentarmos recomeços. No segundo estudo, vimos o caminho para o recomeço. Estudamos que há um trilho estabelecido para que o recomeço venha e possamos viver um tempo novo de Deus em nossas vidas.

Nesse último estudo dessa série pensaremos sobre o que fazer quando recomeçarmos. Sabe o que vejo? Muitos recomeços todos os dias. Sim, constantemente vejo pessoas levantando suas mãos e pedindo que Cristo entre em suas vidas. Constantemente vejo pessoas reconhecendo o estado de suas vidas e tomando decisões que as façam viver algo novo. Porém, também com muita constância, vejo muitas pessoas não perseverando nessas decisões.

Pessoas saem de retiros, de encontros, de cultos com um caminho lindo diante delas, com desejo de algo novo, inspiradas, motivadas, felizes, mas... o tempo passa, as lutas aparecem, as tentações surgem e... param novamente!

Como faremos para que isso não aconteça?

Mudança de Hábitos
O dicionário define hábito como sendo Inclinação por alguma ação, ou disposição de agir constantemente de certo modo, adquirida pela frequente repetição de um ato; Forma habitual de ser ou de agir; Procedimento repetido que conduz a uma prática”.

Por essas definições podemos perceber o quanto os hábitos definem nossas vidas. Nossos hábitos de transformam em práticas e muitas vezes em práticas pecaminosas e destrutivas. Se eles não forem mudados, não adianta, não mudaremos.

Pense comigo: Um homem tinha por hábito, após o serviço, ir para um bar com amigos e beber. No domingo ele foi a um culto, incomodado com os rumos que sua vida trilhando. Foi tocado, abriu o coração para Jesus. A segunda-feira chegou, se esse homem não mudar o hábito, ele irá para o bar após o serviço e, por mais que ele tenha sido sincero no domingo, provavelmente ele beberá, ficará triste por não ter conseguido e verá como alguém que não tem jeito. Resultado: ele desistira do recomeço do domingo...

São muitos casos assim gente! Pessoas que não mudam seus hábitos, continuam indo a determinados lugares, saindo com determinadas pessoas, fazendo determinadas coisas que as conduzirão a novos abismos, não a novos começos. Quer consolidar o recomeço de Deus? Mude seus hábitos!

Perseverança
Será que encontramos no diabo algo de positivo? Penso que sim. Poucas pessoas são tão perseverantes quanto o diabo. Ele nunca desiste de tentar destruir as nossas vidas e impedir os planos de Deus.

E essa característica, infelizmente, não é encontrada em todos. Muitas pessoas começam várias coisas, cursos, projetos, empreendimentos, mas não terminam. A afirmação do escritor de Provérbios é muito importante: “Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas”. Ecl. 7.8. Em outras palavras, o importante não é como começamos as coisas, mas sim como as terminamos, se terminamos... Iniciar um processo de recomeço talvez não seja o mais complicado, mas seguir em frente quando as dificuldades surgirem, quando as tentações surgirem, quando as dores surgirem, aí complica bastante.

Santidade
Não podemos desconsiderar nunca a essência do Deus ao qual servimos. Ele é Santo! A Palavra Santo no Antigo Testamento aponta para separação, aquilo ou aquele que pertence exclusivamente a Deus. E esse é o chamado de Deus para cada um de nós: vivermos separados do mundo e seus valores para pertencermos exclusivamente a Deus!

A Palavra de Deus diz “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor...” Hb. 12.14. Se nós não desejarmos de todo nosso coração viver separado do mundo, escolhendo um padrão bíblico para nossas atitudes, não veremos o Senhor!

Serviço
Deixe-me partilhar uma constatação de minha prática pastoral. Aqueles e aquelas que se envolvem no serviço do Reino de Deus, em ministérios, em ações evangelísticas, na sublime missão de ganhar almas tem menos propensão de desviarem dos caminhos do Senhor. Uma frase que ouvi, se encaixa bem com esse ponto: Crente que não trabalha, dá trabalho...

Vida Devocional Intensa
Não existe nenhum processo de avivamento que não venha acompanhado de uma vida devocional efetiva. Sem oração, sem Bíblia não sustentaremos mudanças significativas em nossas vidas.

Porém, apesar de sabermos isso, é fácil perceber a fragilidade da vida devocional da maioria de nós. A leitura bíblica para muitos resume-se ou ao texto da pregação de domingo, ou, quando muito, aos versículos indicados no devocional diário que fazemos uso como o “No Cenáculo” ou o “Pão Diário”. Uma vida devocional rasa, gera crentes rasos que não suportam a pressões, que não criam raízes profundas e por isso não seguem adiante.

Que o Senhor nos abençoe a vivermos um tempo favorável de recomeços e conquistas!
Deus nos abençoe,
Pr. Giovani Zainotte

SÉRIE: TEMPO DE RECOMEÇAR | ESTUDO 02: QUAL O CAMINHO DO RECOMEÇO?


No primeiro estudo pensamos sobre o pecado e suas consequências em nossas vidas. Vimos como o pecado estraga nossa caminhada, destruindo e inviabilizando planos de Deus para nossas vidas.



Vimos também, como Deus é maravilhoso, irando-se sim, mas com uma ira que dura apenas um momento. Que intentou, não destruir sua criação, mas recomeçar em Noé.



Aceitação da enfermidade | Sl. 51

Creio que a maioria de nós conheçamos o trabalho dos Alcoólicos Anônimos. Um grupo de ajuda e apoio a pessoas que enfrentam o terrível vício do álcool. Um dos princípios desse grupo é que a pessoa, para participar, precisa reconhecer que tem a enfermidade. Isso, pois muitos negam tal fato, dizendo que controlam o seu vício e bebem quando querem. Dessa forma, não há possibilidade de tratamento.



O mesmo princípio se aplica para enfermidades de nossa alma. Nunca seremos tratados de verdade se não reconhecermos que temos um problema e que precisamos de ajuda. Davi negou o quanto pode, tentou de todas as formas “concertar” a situação que o pecado gerou em sua vida. Mas quando o profeta Natãn o confrontou, sua ficha caiu. Ele deixou de dar desculpas, deixou de esconder-se, apenas reconheceu: “pequei contra ti”. Pronto, esse passo é fundamental para um recomeço! Reconhecer nosso estado abre portas para a restauração!



Profundo e doloroso processo de arrependimento| II Cr. 7.14

Se não sentirmos dor por nossos pecados, visualizarmos claramente o estrago que ele está causando, não abriremos mão dele. A grande verdade é que nossa natureza tende ao pecado e nossa carne se sacia com a vida pecaminosa.



Muitos de nós temos tido tão somente uma experiencia de remorso, onde eu até tenho consciência que pequei, que o que fiz e errado, mas no dia seguinte, tal prática continua viva e ativa em minha vida.



Não se engane, não existe avivamento que não seja precedido de arrependimento. Nossa vida nunca experimentará um recomeço, se não nos arrependermos verdadeiramente do pecado.



Experiência de conversão | Jo. 3

Impressionante a história de Nicodemus, um homem tão instruído, conhecedor das leis e dos ritos religiosos, mas ignorante no que dizia respeito aos mistérios do reino de Deus. Ao ser orientado por Jesus, ficou perdido, cheio de dúvidas. Mas recebeu o ensino de Jesus de que era necessário ter uma nova forma de pensar, de agir, um entendimento transformado.



Infelizmente as igrejas estão cheias de pessoas que nunca se converteram. Elas entraram para a igreja, simpatizaram com o culto, com as músicas, com a Palavra, sentiram-se bem, receberam bençãos, mas seus hábitos nunca mudaram, suas vidas mantêm de forma velada, as velhas práticas, a velha forma de viver, não houve uma mudança significativa.



Conversão é algo extremamente radical. É inexplicável como a vida de alguém muda depois de um encontro genuíno com Cristo. Não é só passar a frequentar uma igreja, não é só ser batizado, é muito mais do que isso, é uma vida completamente transformada!



Passos práticos em direção ao recomeço | Lc. 19. 1-9

Atitude é tudo para quem quer avançar em qualquer área da vida. Muitos de nós, somos cheios de sonhos, de projetos, de lugares que querem ir, de posições que querem galgar, enfim. Porém, nunca concretizam nada. E por que? Pela falta de atitudes.



O exemplo bíblico de Zaqueu, ensina-nos que precisamos tomar atitudes para que o recomeço seja uma realidade em nossas vidas. Zaqueu enriqueceu às custas da profissão terrível que tinha, que roubava para o império romano e para eles próprios. Os cobradores de impostos eram odiados pelo povo. Ao converter-se, ele decide restituir aos lesados quatro vezes mais do que tinha usurpado. Ou seja, ele ia ficar devendo... Mas o que ele não poderia fazer, é dizer que se converteu e continuar a viver com o fruto do seu pecado. Conversão é isso, atitudes práticas que demonstrem externamente aquilo que aconteceu internamente!



Que Deus nos ajude!

SÉRIE: TEMPO DE RECOMEÇAR | ESTUDO 01: POR QUE RECOMEÇAR?

Para entendermos a necessidade de recomeçar, precisamos ir no começo de todas as coisas. O Livro de Gênesis nos ajudará nesse processo. O capítulo 1 diz que não havia nada, e Deus começou a criar tudo... No final, Deus diz que viu que tudo que havia criado era muito bom (Gn. 1.31).

Então perceba nessa expressão que havia harmonia na criação. Tudo funcionava perfeitamente. Deus estava satisfeito, feliz, tudo estava em ordem. Deus nos fez para vivermos em ordem. Deus nos fez para vivermos em harmonia. Deus nos formou para uma vida plena e abençoada. ESSE FOI O NOSSO COMEÇO!

Mas o que deu errado?

Fomos dotados pelo Senhor por algo, que na teologia chamamos de livre arbítrio (crença que o comportamento humano é autônomo. A ideia do livre arbítrio supõe que existam causas externas suficientes pra explicar por que uma pessoa age de certa maneira. As ações, de acordo com a teoria do livre arbítrio, em última análise são uma escolha, mesmo quando o indivíduo sabe que a ação escolhida poderá trazer consequências indesejáveis.)

É lindo isso, pois Deus nunca desejou robôs, que fizessem as coisas por terem sido programados para aquilo, mas sim que fôssemos livres. Principalmente no que diz respeito a adorá-lo. Ele nunca quis uma adoração obrigada, mas algo que brote do desejo do nosso coração! Porém, isso tem um preço! Corremos o risco de escolher muito mal e teremos que arcar com as consequências de nossas escolhas.

Dessa forma, no capítulo 3 de Gn. vemos a queda do homem, quando ele escolhe ouvir ao diabo, personificado na serpente e desobedecer a ordem expressa de Deus. A partir daí, o caminho dos seres humanos nunca mais seria o mesmo.

O coração do homem não seria mais puro em essência.
Outro conceito teológico importante é o pecado original. Rigorosamente falando, o pecado original é o estado de separação em relação a Deus comum a todo o homem. Assim, como não tinham ainda desobedecido a Deus, os primeiros seres humanos eram retos (sem pecado) aos olhos de dele. Mas a partir do momento em que decidiram pecar, os seres humanos que vieram depois, já nasciam, e já nascem como pecadores e são carentes da graça de Deus.

A intimidade do homem com Deus estaria abalada
Todos os dias Deus vinha estar com Adão e saber como foi seu dia. Agora, Adão está escondido. Hoje, não é que não tenhamos condições de termos intimidade com Deus, pelo contrário, esse continua sendo o desejo de Deus. Porém, algo que era natural antes, hoje é resultado de uma construção. Nós, construímos intimidade, construímos relacionamento com Deus, no secreto, na oração, na vida devocional. O natural em nós hoje não é mais sermos íntimos, mas estarmos longe. Se não lutarmos contra nossa carne, não seremos íntimos de Deus.

O relacionamento do homem com seus semelhantes não seria mais o mesmo
No capítulo 4 de Gênesis, vamos ler sobre o primeiro assassinato. E pior, um irmão matando o outro. O respeito, cuidado, amor, companheirismo, amizade que deveriam existir entre nós também foram abalados por conta do pecado. Hoje, quando vemos notícias de violência, de abusos, de tanta maldade entre semelhantes, podemos entender que é fruto do pecado.

O relacionamento do homem com a criação não seria mais o mesmo.
O homem foi convidado por Deus a ser parceiro na criação dando nome aos animais. Mais do que isso, foi posto como um guardião de toda a criação. Quando hoje lemos sobre aquecimento global, e vemos catástrofes naturais fruto da degradação da natureza, vemos quão distantes estamos do projeto de Deus.

Qual foi o resultado disso?

Deus resolveu destruir tudo (Gn. 6. 11-13). Diante de tanta maldade, diante de tanto pecado, Deus toma uma drástica decisão: destruir o homem!

Não podemos ignorar a ira de Deus. Falamos sobre o amor de Deus, sobre Sua Graça, sua Misericórdia, mas ignoramos sua justiça.

Porém, o Sl. 30.5 diz que a ira de Deus dura só um momento. Deus deseja na verdade recomeçar! Sim, Deus não quer por um ponto final naquilo que Ele criou com tanta alegria e viu que era muito bom. Deus queria a engrenagem funcionando novamente.

Assim, ele ordena que Noé faça uma arca, onde Ele preservaria a sua criação! Esse sempre será o desejo de Deus, que vivamos!

Resumindo:

·       Deus nos fez de forma maravilhosa e desejou que vivêssemos em plenitude
·   Deus nos dotou com livre arbítrio, o usamos de forma errada e tivemos que assumir as  consequências.
·       Deus intentou não acabar com a criação, mas recomeçar!
·       Por que recomeçar? Porque o pecado nos destrói!