Uma colheita abundante exige um solo sarado! Mt. 13. 3-9

Creio que todos nós quando ouvimos a parábola do semeador pensamos logo: “Quero que minha vida, meu coração seja terra boa para a semente de Deus cair e produzir frutos com abundância”. E esse deve ser realmente nosso anseio. Mas nesse momento quero pensar com você que em nossa história já experimentamos a realidade dos demais solos apresentados na parábola. E como dizem que a História é cíclica, vez por outra nos enquadramos em alguns dos solos descritos.


Uma vida relevante


Por algumas vezes vi pessoas conversando sobre o que gostariam que dissessem em seus velórios ou ainda o que gostariam que escrevessem em sua lápide. Essa conversa embora seja referente à morte, remonta à vida. Sim, o que vão dizer de nós depois de partirmos obviamente é construído enquanto estamos vivos. Costumo sempre dizer: a qualidade de nossa morte é definida pela qualidade de nossa vida!

Pouco se fala sobre uma personagem chamada Dorcas. Você seria capaz de dizer quem foi? Certamente ela não é uma das personagens bíblicas mais conhecidas. Porém, a vida dela nos impacta. Seu funeral é um belo exemplo de como nossa vida define nossa morte. Vejamos um pouco da vida dessa mulher.

Um clamor por Avivamento


“Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia”. Habacuque 3:2

Estamos abrindo um tempo que creio será muito precioso para todos nós, para a vida de nossa Igreja. Nos próximos dois meses estaremos envolvidos em um clamor por avivamento”. Mas por que trabalhar esse tema? Por que precisamos de um avivamento?

Neemias 1 - Uma lição de Compromisso com Deus e o Povo


1) Chorando pelos que sofrem

Quando não se encontra quem possa chorar pelos perdidos, nem o profeta, nem o sacerdote, nem o pastor, mas somente um copeiro, somente pescadores, somente um sapateiro. Sim, falta mais sensibilidade. O sofrimento dos outros está banalizado, não nos comove. Neemias chorava por sua nação, pelo povo que sofria sem recursos e pela Sião de Deus, a casa de Deus que estava destruída. Sim, ele queria a restauração do tabernáculo e da cidade santa. O que nos falta? Falta-nos um verdadeiro avivamento que traga quebrantamento e intenso compromisso missionário. Falamos de avivamento, mas não o temos; temos sim animação, mas não avivamento. Com avivamento, teríamos um mover de santidade e contrição.

Crise na vida do pastor e reflexos na família

Li este texto do Pr. Isaltino e foi de grande valia. Um tempo precioso de reflexão. Publico em meu blog para os colegas pastores e pastoras que acessam refletirem também em sua caminhada. Mas também as nossas ovelhas, que, ao lerem terão oportunidade de conhecer um pouco do que se passa na cabeça desses homens e mulheres nem melhores nem piores, apenas com uma grande responsabilidade em suas mãos. E, cientes dessas coisas, sejam instrumentos de Deus ajudando no dia-a-dia.

Aliança com Deus - Gn. 15


Aliança: a forma de Deus tratar
A estrutura do relacionamento que Deus estabeleceu com seu povo é a aliança. Deus não é um Deus de momentos. Ele não quer ter um momento com você, Ele quer ter uma aliança. Ele não quer te visitar, Ele quer habitar em você. A própria linguagem de Jesus como noivo e da Igreja como noiva indica compromisso, aliança, Deus não “fica” com a gente, Deus estabelece uma aliança, um compromisso.